domingo, 24 de outubro de 2010

"Verdade incomoda!"

Amados (as) em Cristo! As Graças do Senhor estejam em cada coração.

Estamos na reta final para o Segundo Turno das Eleições.

Assistam o vídeo e com muita oração, votem consciente e peçam também por todos os eleitores e candidatos.

DEUS lhes abençoe e retribuam.

Nosso abraço fraterno,

Comissão em Defesa da Vida - Diocese de Itapetininga

http://www.youtube.com/watch?v=PkzoKCkgMCo&feature=player_embedded#at=26

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Dia do Nascituro - 08/10/10

Na 43ª Assembleia da CNBB ficou estabelecido que o dia 8 de outubro, Dia da Vida, seja também o Dia do Nascituro. Nossa Constituição defende a inviolabilidade do direito à vida como o primeiro de todos os direitos. É na concepção que a vida humana começa. Tal dado é biológico e confirmado pela bioética. Neste momento, estão presentes em semente, isto é, geneticamente, todos os elementos de um sujeito humano, com identidade bem definida. Este novo ser é distinto do corpo da mãe e tem seu dinamismo autônomo. O embrião vai mudando de forma, mas não de ser.

Não podemos discriminar o embrião, nem torná-lo material descartável, porque tem dignidade humana e não pode ser desumanizado. O embrião tem direito à vida e merece respeito. Festejar o Dia do Nascituro é um gesto de reconhecimento do direito do embrião à vida. Desde a fecundação o embrião tem seu patrimônio genético próprio e seu próprio sistema imunológico, que vai se converter em bebê, criança, jovem, adulto, ancião. Tudo isso é verificado pela evidência experimental da ciência. Não é só a religião que afirma tais verdades, mas também a ciência e a tecnologia moderna. Que a vida humana começa na fecundação é uma verdade científica óbvia, incontestável.

A ciência, para não ser ideológica, deve respeitar a consciência ética. O grito da consciência é: os embriões são seres humanos. Portanto, que não se produzam mais embriões em laboratório. O sim à vida deve ser dado em todas as etapas. A cultura da morte não pode ser incorporada por nós como algo eticamente correto. Os embriões são seres humanos geneticamente formados, revestidos, portanto, de dignidade.

No Dia da Vida, lembramos a ecologia, os direitos humanos, o combate à fome, ao racismo, à exclusão, à violência. O sim ao desarmamento quer ser um sim em favor da vida. Nesse contexto, o Dia do Nascituro quer ser um gesto profético de respeito à vida desde a concepção, em sintonia com a lei natural e o mandamento “não matarás”.

JOÃO BACHMANN|Pároco da Paróquia Catedral São Paulo Apóstolo (Santa Catarina)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Semana nacional pela vida

Card. D.Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo

Na primeira semana de outubro, há vários anos, realiza-se em todo o Brasil a Semana Nacional pela Vida, com o objetivo de promover a maior valorização da vida humana, desde seu início, na concepção, até à morte natural.

A comemoração se encerra com o “Dia do Nascituro”, 8 de outubro, chamando a atenção para aqueles seres humanos que já existem, mas ainda não nasceram. Cada criança que vem ao mundo é promessa de renovação da humanidade e esperança de um futuro novo. As mulheres que acolhem com generosidade a maternidade e geram novas vidas para a pequena e a grande família humana merecem nosso respeito e apoio.

É preocupante como a percepção do valor da vida humana vai sendo perdida; os fatos de violência contra a pessoa e, muitas vezes, contra sua vida, difundidos diariamente pela mídia, acabam se tornando parte da inevitável e banal ordem do dia e já não suscitam mais horror e indignação ética; mal caímos na conta de que a próxima vítima poderemos ser nós mesmos, ou alguém de nossos familiares ou amigos.

Nem se trata da falta de leis ou de mecanismos para punir tais crimes, mas de uma verdadeira insensibilidade diante do desrespeito à vida humana. Já o papa Paulo VI alertava contra os riscos de certa “cultura da morte”, que vai sendo aceita.

Diante disso, a Igreja anuncia ao mundo “evangelho da vida”, destacando que esta é um dom precioso e único de Deus e, por isso mesmo, deve ser acolhida com gratidão e respeito (...)

Na sua recente encíclica social, Caritas in veritate, o papa Bento XVI refere-se à valorização da vida humana no contexto do desenvolvimento econômico e social da era globalizada: só pode ser considerado verdadeiro desenvolvimento aquele que respeita plenamente a vida humana e a família, enquanto ambiente necessário à dignidade da vida.  (...). “A abertura moralmente responsável à vida é uma riqueza social e econômica”, afirma Bento XVI (n. 44).

Uma população expressiva e capacitada por educação e instrução eficazes é fator de desenvolvimento; enquanto a redução forçada nos nascimentos pode, num primeiro momento, ter como consequência uma concentração da riqueza em menor número de mãos e uma melhora momentânea no bem-estar; mas a médio prazo traz problemas sérios para dispor de trabalhadores qualificados e para manter os sistemas de assistência social. É bem isso que se está verificando em vários países do hemisfério norte que, para solucionar o problema, incentivam a imigração de pessoal já qualificado, atraído de outros países, ou passaram a adotar políticas de incentivo à natalidade.

(...) A semana nacional pela vida e o dia do nascituro querem ajudar a manter despertada a consciência do povo brasileiro em relação ao cuidado com a pessoa humana e, sobretudo, de sua vida, que também é seu maior bem.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Partidos e candidatos: Qual é sua posição?


Bom dia, amados (as) em Cristo!
Que o Amor do Senhor permaneça em cada coração.
As eleições se aproximam... postamos aqui, uma orientação de nosso Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo.
Você também pode colaborar enviando sua sugestões, testemunhos, partilhas...
Este blog é nosso! Defendamos a Vida!
Abraço e alegrias em Jesus Eucarístico

Comissão em Defesa da Vida - Diocese de Itapetininga

Partidos e candidatos: Qual é sua posição?

A campanha eleitoral vai ganhando corpo e os eleitores são confrontados com os muitos pretendentes ao seu voto. Por enquanto, os “presidenciáveis” são colocados em maior evidência e quase não nos damos conta de que também estão em jogo os cargos de governador, senador, deputado federal e estadual.

Nas questões gerais, todos os gatos parecem pardos. Os candidatos mostram seus planos para a economia, a saúde, a educação, a segurança, o transporte, o meio ambiente... De todos é esperado que tenham ficha limpa, sejam honestos e transparentes no exercício do poder, promovam o bem comum e não apenas o de alguns setores da sociedade. Cabe ao eleitor ouvir, discernir e escolher os cidadãos probos, capazes de governar e legislar com sabedoria e prudência.

Mas deveriam merecer atenção especial os projetos de partido e o rumo que se pretende imprimir ao país. Votamos em candidatos, mas quem dita as regras é o partido. Qual é a ideologia do partido e sua proposta para o exercício do poder? As diferenças entre os partidos e os candidatos aparecem especialmente nas políticas públicas que desejam desenvolver.

Os eleitores querem saber, e têm esse direito, sobre quais serão as políticas sociais para a superação das gritantes desigualdades e o alcance da equidade e da justiça social, como convém a um país que se pretende grande na economia e importante no cenário internacional. Como se posicionam candidatos e partidos sobre os direitos humanos fundamentais? Parece questão pacífica, mas não é, pois nem tudo é claro nos programas de direitos humanos. A questão não pode ser deixada apenas à ação de grupos de pressão, nem ao cálculo de conveniências nas relações internacionais. Por falar nisso, qual será a posição do futuro governo nas questões de política externa? E quem serão os amigos preferenciais do Brasil?

Poucos duvidam da importância da família para a pessoa, a sociedade e a nação. No entanto, a família não é tema de debates políticos. Estudos sociológicos têm demonstrado que a ausência da família, ou a impossibilidade de cumprir a missão que lhe é própria, está na origem de graves males; quando um governo descuida e desprotege a família, deixa uma herança pesada de problemas à sociedade e chama a si muitas responsabilidades que poderiam ser bem melhor assumidas pela família, que tem um papel social insubstituível; por isso ela merece toda a atenção dos governantes e legisladores. Não seria hora de ter no Governo brasileiro um Ministério voltado para as questões da família?

A família precisa de políticas públicas para o acesso à moradia digna, alimentação e educação de qualidade. O trato privilegiado da saúde materna e infantil seria um investimento de elevado retorno social; a adoção poderia ser mais incentivada; a educação sexual não deveria ser desvinculada da formação para atitudes eticamente e socialmente responsáveis, nem dos valores do casamento e da família bem constituída, condições para acolher bem os novos brasileirinhos. Será que é bom para o futuro do país que um percentual elevado de crianças nasça fora de uma família constituída? Que a sustentação e educação do filho fique a cargo de um dos genitores apenas? Os programas de repressão da natalidade levaram o Brasil a uma queda brusca do número de filhos por casal e isso foi celebrado como um avanço importante. Seremos, em breve, uma população de idosos, como já acontece em outros países, e os governos precisarão fazer políticas de incentivo à natalidade...

Questão espinhosa para os candidatos é o pleno respeito à dignidade da pessoa e à sua vida em todos os momentos do existir. Questões como o aborto, a eutanásia, a manipulação de seres humanos nas pesquisas científicas acabam sendo evitadas, ou tratadas de maneira evasiva: “Vamos tratar disso como questão de saúde pública...” “Vamos submeter a um plebiscito...” O direito à vida não pode ser submetido ao arbítrio da maioria. O aborto deveria, sim, ser tratado como questão de saúde pública, mas para melhor proteger a vida dos nascituros contra toda agressão, amparar as gestantes, dando-lhes condições de levar a gravidez até o fim e de dar à luz com dignidade a seus bebês. Gravidez e maternidade não são enfermidades! Mas se, por saúde pública, é sinalizada a facilitação ou a legalização do aborto, não estamos mais diante de uma política de saúde. Inútil abrandar as coisas com conceitos como “despenalização do aborto” ou “antecipação do parto”. A crua realidade não muda e o aborto voluntário é sempre a supressão direta da vida de um ser humano.

Política pública de saúde seria também a aplicação da lei em vigor, fechando as clínicas clandestinas de abortos e penalizando os responsáveis! Seria ainda a oferta de apoio efetivo às gestantes em dificuldades, bem o chamado à responsabilidade do pai biológico e o cumprimento da lei em vigor, no que se refere à proteção e defesa da mãe e do filho ainda por nascer. Com freqüência ouvem-se cálculos, de fato nunca comprovados, de que no Brasil os abortos clandestinos seriam mais de um milhão por ano. Um milhão de seres humanos eliminados antes de nascer! E, com eles, muitas mulheres morrem ou levam problemas para o resto da vida! Isso deveria merecer alguma atenção política!

Os candidatos aos cargos de deputado federal e senador, se eleitos, terão a responsabilidade de fazer leis sobre essas questões. Suas posições e as de seus partidos, sobre o assunto, são conhecidas? Os eleitores têm o direito de saber, para votar conscientemente.

Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo.
Artigo publicado em O ESTADO DE SÃO PAULO, dia 14.08.2010

domingo, 19 de setembro de 2010

Bem aventurado, sois vós!... Defensores da Vida!

"Louvores Entoarão" Ministério Adoração e Vida Composição: Alberto Araújo

Bem-aventurados são os humildes terão como herança o reino celeste.
Bem-aventurados os que têm fome e sede, será a justiça seu manancial.


Bem-aventurados os que trazem em si mansidão, sobre a terra eles hão de habitar.
Bem-aventurados os que lágrimas levam ao chão, O Senhor Deus as enxugará!


E quando o sol não mais se pôr, todos estarão com vestes brancas e louvores entoarão ao Deus que é Santo, Forte, Justo e Fiel!

Bem-aventurados os de coração puro, verão a face do Amor eterno!
Bem-aventurados os que são piedosos, pois a piedade irão alcançar.


Bem-aventurados os que sofrem a perseguição, nas injúrias permanecem fiéis
Porque será grande o seu júbilo e fim não terá a recompensa no céu já está!


Lutemos pela Vida! Lutemos pelo resgate dos valores do Reino de DEUS... Valerá todo o nosso esforço... O Senhor nos guarde! :)