Amados (as) em Cristo! As Graças do Senhor estejam em cada coração.
Estamos na reta final para o Segundo Turno das Eleições.
Assistam o vídeo e com muita oração, votem consciente e peçam também por todos os eleitores e candidatos.
DEUS lhes abençoe e retribuam.
Nosso abraço fraterno,
Comissão em Defesa da Vida - Diocese de Itapetininga
http://www.youtube.com/watch?v=PkzoKCkgMCo&feature=player_embedded#at=26
domingo, 24 de outubro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Dia do Nascituro - 08/10/10
Na 43ª Assembleia da CNBB ficou estabelecido que o dia 8 de outubro, Dia da Vida, seja também o Dia do Nascituro. Nossa Constituição defende a inviolabilidade do direito à vida como o primeiro de todos os direitos. É na concepção que a vida humana começa. Tal dado é biológico e confirmado pela bioética. Neste momento, estão presentes em semente, isto é, geneticamente, todos os elementos de um sujeito humano, com identidade bem definida. Este novo ser é distinto do corpo da mãe e tem seu dinamismo autônomo. O embrião vai mudando de forma, mas não de ser.
Não podemos discriminar o embrião, nem torná-lo material descartável, porque tem dignidade humana e não pode ser desumanizado. O embrião tem direito à vida e merece respeito. Festejar o Dia do Nascituro é um gesto de reconhecimento do direito do embrião à vida. Desde a fecundação o embrião tem seu patrimônio genético próprio e seu próprio sistema imunológico, que vai se converter em bebê, criança, jovem, adulto, ancião. Tudo isso é verificado pela evidência experimental da ciência. Não é só a religião que afirma tais verdades, mas também a ciência e a tecnologia moderna. Que a vida humana começa na fecundação é uma verdade científica óbvia, incontestável.
A ciência, para não ser ideológica, deve respeitar a consciência ética. O grito da consciência é: os embriões são seres humanos. Portanto, que não se produzam mais embriões em laboratório. O sim à vida deve ser dado em todas as etapas. A cultura da morte não pode ser incorporada por nós como algo eticamente correto. Os embriões são seres humanos geneticamente formados, revestidos, portanto, de dignidade.
No Dia da Vida, lembramos a ecologia, os direitos humanos, o combate à fome, ao racismo, à exclusão, à violência. O sim ao desarmamento quer ser um sim em favor da vida. Nesse contexto, o Dia do Nascituro quer ser um gesto profético de respeito à vida desde a concepção, em sintonia com a lei natural e o mandamento “não matarás”.
JOÃO BACHMANN|Pároco da Paróquia Catedral São Paulo Apóstolo (Santa Catarina)
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Semana nacional pela vida
Card. D.Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo
Na primeira semana de outubro, há vários anos, realiza-se em todo o Brasil a Semana Nacional pela Vida, com o objetivo de promover a maior valorização da vida humana, desde seu início, na concepção, até à morte natural.
A comemoração se encerra com o “Dia do Nascituro”, 8 de outubro, chamando a atenção para aqueles seres humanos que já existem, mas ainda não nasceram. Cada criança que vem ao mundo é promessa de renovação da humanidade e esperança de um futuro novo. As mulheres que acolhem com generosidade a maternidade e geram novas vidas para a pequena e a grande família humana merecem nosso respeito e apoio.
A comemoração se encerra com o “Dia do Nascituro”, 8 de outubro, chamando a atenção para aqueles seres humanos que já existem, mas ainda não nasceram. Cada criança que vem ao mundo é promessa de renovação da humanidade e esperança de um futuro novo. As mulheres que acolhem com generosidade a maternidade e geram novas vidas para a pequena e a grande família humana merecem nosso respeito e apoio.
É preocupante como a percepção do valor da vida humana vai sendo perdida; os fatos de violência contra a pessoa e, muitas vezes, contra sua vida, difundidos diariamente pela mídia, acabam se tornando parte da inevitável e banal ordem do dia e já não suscitam mais horror e indignação ética; mal caímos na conta de que a próxima vítima poderemos ser nós mesmos, ou alguém de nossos familiares ou amigos.
Nem se trata da falta de leis ou de mecanismos para punir tais crimes, mas de uma verdadeira insensibilidade diante do desrespeito à vida humana. Já o papa Paulo VI alertava contra os riscos de certa “cultura da morte”, que vai sendo aceita.
Nem se trata da falta de leis ou de mecanismos para punir tais crimes, mas de uma verdadeira insensibilidade diante do desrespeito à vida humana. Já o papa Paulo VI alertava contra os riscos de certa “cultura da morte”, que vai sendo aceita.
Diante disso, a Igreja anuncia ao mundo “evangelho da vida”, destacando que esta é um dom precioso e único de Deus e, por isso mesmo, deve ser acolhida com gratidão e respeito (...)
Na sua recente encíclica social, Caritas in veritate, o papa Bento XVI refere-se à valorização da vida humana no contexto do desenvolvimento econômico e social da era globalizada: só pode ser considerado verdadeiro desenvolvimento aquele que respeita plenamente a vida humana e a família, enquanto ambiente necessário à dignidade da vida. (...). “A abertura moralmente responsável à vida é uma riqueza social e econômica”, afirma Bento XVI (n. 44).
Uma população expressiva e capacitada por educação e instrução eficazes é fator de desenvolvimento; enquanto a redução forçada nos nascimentos pode, num primeiro momento, ter como consequência uma concentração da riqueza em menor número de mãos e uma melhora momentânea no bem-estar; mas a médio prazo traz problemas sérios para dispor de trabalhadores qualificados e para manter os sistemas de assistência social. É bem isso que se está verificando em vários países do hemisfério norte que, para solucionar o problema, incentivam a imigração de pessoal já qualificado, atraído de outros países, ou passaram a adotar políticas de incentivo à natalidade.
(...) A semana nacional pela vida e o dia do nascituro querem ajudar a manter despertada a consciência do povo brasileiro em relação ao cuidado com a pessoa humana e, sobretudo, de sua vida, que também é seu maior bem.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Partidos e candidatos: Qual é sua posição?
Bom dia, amados (as) em Cristo!
Que o Amor do Senhor permaneça em cada coração.
As eleições se aproximam... postamos aqui, uma orientação de nosso Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo.
Você também pode colaborar enviando sua sugestões, testemunhos, partilhas...
Este blog é nosso! Defendamos a Vida!
Abraço e alegrias em Jesus Eucarístico
Comissão em Defesa da Vida - Diocese de Itapetininga
Partidos e candidatos: Qual é sua posição?
A campanha eleitoral vai ganhando corpo e os eleitores são confrontados com os muitos pretendentes ao seu voto. Por enquanto, os “presidenciáveis” são colocados em maior evidência e quase não nos damos conta de que também estão em jogo os cargos de governador, senador, deputado federal e estadual.
Nas questões gerais, todos os gatos parecem pardos. Os candidatos mostram seus planos para a economia, a saúde, a educação, a segurança, o transporte, o meio ambiente... De todos é esperado que tenham ficha limpa, sejam honestos e transparentes no exercício do poder, promovam o bem comum e não apenas o de alguns setores da sociedade. Cabe ao eleitor ouvir, discernir e escolher os cidadãos probos, capazes de governar e legislar com sabedoria e prudência.
Mas deveriam merecer atenção especial os projetos de partido e o rumo que se pretende imprimir ao país. Votamos em candidatos, mas quem dita as regras é o partido. Qual é a ideologia do partido e sua proposta para o exercício do poder? As diferenças entre os partidos e os candidatos aparecem especialmente nas políticas públicas que desejam desenvolver.
Os eleitores querem saber, e têm esse direito, sobre quais serão as políticas sociais para a superação das gritantes desigualdades e o alcance da equidade e da justiça social, como convém a um país que se pretende grande na economia e importante no cenário internacional. Como se posicionam candidatos e partidos sobre os direitos humanos fundamentais? Parece questão pacífica, mas não é, pois nem tudo é claro nos programas de direitos humanos. A questão não pode ser deixada apenas à ação de grupos de pressão, nem ao cálculo de conveniências nas relações internacionais. Por falar nisso, qual será a posição do futuro governo nas questões de política externa? E quem serão os amigos preferenciais do Brasil?
Poucos duvidam da importância da família para a pessoa, a sociedade e a nação. No entanto, a família não é tema de debates políticos. Estudos sociológicos têm demonstrado que a ausência da família, ou a impossibilidade de cumprir a missão que lhe é própria, está na origem de graves males; quando um governo descuida e desprotege a família, deixa uma herança pesada de problemas à sociedade e chama a si muitas responsabilidades que poderiam ser bem melhor assumidas pela família, que tem um papel social insubstituível; por isso ela merece toda a atenção dos governantes e legisladores. Não seria hora de ter no Governo brasileiro um Ministério voltado para as questões da família?
A família precisa de políticas públicas para o acesso à moradia digna, alimentação e educação de qualidade. O trato privilegiado da saúde materna e infantil seria um investimento de elevado retorno social; a adoção poderia ser mais incentivada; a educação sexual não deveria ser desvinculada da formação para atitudes eticamente e socialmente responsáveis, nem dos valores do casamento e da família bem constituída, condições para acolher bem os novos brasileirinhos. Será que é bom para o futuro do país que um percentual elevado de crianças nasça fora de uma família constituída? Que a sustentação e educação do filho fique a cargo de um dos genitores apenas? Os programas de repressão da natalidade levaram o Brasil a uma queda brusca do número de filhos por casal e isso foi celebrado como um avanço importante. Seremos, em breve, uma população de idosos, como já acontece em outros países, e os governos precisarão fazer políticas de incentivo à natalidade...
Questão espinhosa para os candidatos é o pleno respeito à dignidade da pessoa e à sua vida em todos os momentos do existir. Questões como o aborto, a eutanásia, a manipulação de seres humanos nas pesquisas científicas acabam sendo evitadas, ou tratadas de maneira evasiva: “Vamos tratar disso como questão de saúde pública...” “Vamos submeter a um plebiscito...” O direito à vida não pode ser submetido ao arbítrio da maioria. O aborto deveria, sim, ser tratado como questão de saúde pública, mas para melhor proteger a vida dos nascituros contra toda agressão, amparar as gestantes, dando-lhes condições de levar a gravidez até o fim e de dar à luz com dignidade a seus bebês. Gravidez e maternidade não são enfermidades! Mas se, por saúde pública, é sinalizada a facilitação ou a legalização do aborto, não estamos mais diante de uma política de saúde. Inútil abrandar as coisas com conceitos como “despenalização do aborto” ou “antecipação do parto”. A crua realidade não muda e o aborto voluntário é sempre a supressão direta da vida de um ser humano.
Política pública de saúde seria também a aplicação da lei em vigor, fechando as clínicas clandestinas de abortos e penalizando os responsáveis! Seria ainda a oferta de apoio efetivo às gestantes em dificuldades, bem o chamado à responsabilidade do pai biológico e o cumprimento da lei em vigor, no que se refere à proteção e defesa da mãe e do filho ainda por nascer. Com freqüência ouvem-se cálculos, de fato nunca comprovados, de que no Brasil os abortos clandestinos seriam mais de um milhão por ano. Um milhão de seres humanos eliminados antes de nascer! E, com eles, muitas mulheres morrem ou levam problemas para o resto da vida! Isso deveria merecer alguma atenção política!
Os candidatos aos cargos de deputado federal e senador, se eleitos, terão a responsabilidade de fazer leis sobre essas questões. Suas posições e as de seus partidos, sobre o assunto, são conhecidas? Os eleitores têm o direito de saber, para votar conscientemente.
Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo.
Artigo publicado em O ESTADO DE SÃO PAULO, dia 14.08.2010
domingo, 19 de setembro de 2010
Bem aventurado, sois vós!... Defensores da Vida!
"Louvores Entoarão" Ministério Adoração e Vida Composição: Alberto Araújo
Bem-aventurados são os humildes terão como herança o reino celeste.
Bem-aventurados os que têm fome e sede, será a justiça seu manancial.
Bem-aventurados os que trazem em si mansidão, sobre a terra eles hão de habitar.
Bem-aventurados os que lágrimas levam ao chão, O Senhor Deus as enxugará!
E quando o sol não mais se pôr, todos estarão com vestes brancas e louvores entoarão ao Deus que é Santo, Forte, Justo e Fiel!
Bem-aventurados os de coração puro, verão a face do Amor eterno!
Bem-aventurados os que são piedosos, pois a piedade irão alcançar.
Bem-aventurados os que sofrem a perseguição, nas injúrias permanecem fiéis
Porque será grande o seu júbilo e fim não terá a recompensa no céu já está!
Lutemos pela Vida! Lutemos pelo resgate dos valores do Reino de DEUS... Valerá todo o nosso esforço... O Senhor nos guarde! :)
Bem-aventurados os que têm fome e sede, será a justiça seu manancial.
Bem-aventurados os que trazem em si mansidão, sobre a terra eles hão de habitar.
Bem-aventurados os que lágrimas levam ao chão, O Senhor Deus as enxugará!
E quando o sol não mais se pôr, todos estarão com vestes brancas e louvores entoarão ao Deus que é Santo, Forte, Justo e Fiel!
Bem-aventurados os de coração puro, verão a face do Amor eterno!
Bem-aventurados os que são piedosos, pois a piedade irão alcançar.
Bem-aventurados os que sofrem a perseguição, nas injúrias permanecem fiéis
Porque será grande o seu júbilo e fim não terá a recompensa no céu já está!
Lutemos pela Vida! Lutemos pelo resgate dos valores do Reino de DEUS... Valerá todo o nosso esforço... O Senhor nos guarde! :)
Passeata em Defesa da Vida - 18/09
A Paz do DEUS da Vida permaneça em cada coração!
Com muita alegria realizamos ontem a Passeata em Defesa da Vida nas ruas do Centro de Itapetininga.
Muitos fiéis acompanharam com seus louvores e súplicas em defesa da vida humana desde a sua concepção.
Acompanhados pelo nosso Assessor Espiritual, Padre Valdori Alexandre Rosa, muitas sementes foram lançadas durante o caminho.
Louvado seja DEUS porque cuidou de todos os detalhes! (mais informações serão postadas brevemente).
Deixamos aqui o link para acesso das fotos durante o Abençoado evento! http://picasaweb.google.com.br/defesadavidaitape .Divulguem!
Este blog pertence a todos os defensores da Vida, assim, esperamos sua valiosa colaboração.
Envie-nos textos, fotos, vídeos... afim de que possamos usar a mídia na promoção da Cultura da Vida!
Agradecemos a todos (as) que estiverem presentes, bem como, todos que não puderam "marchar" conosco, mas estiveram unidos em oração. DEUS lhes pague!
DEUS abençoe a todos os membros da Comissão em Defesa da Vida, todos são importantes, cada um com seu talento! (Abraço forte, cheio de paz)
Que as graças desta alegria sejam derramadas também no coração do nosso Bispo Dom Gorgônio que obediente a Santa Igreja nos permitiu esta luta!
Em especial, agradecemos com Eterna Gratidão, ao nosso pastor e bem aventurado: Padre Valdori que tanto tem realizado a favor da vida humana, seja através da Comissão ou de outras atividades pastorais tem colaborado. Através de seu "SIM" tão valioso na vida sacerdotal tem alegrado o coração de DEUS levando muitos ao encontro pessoal com Jesus.
São tantas alegrias, caríssimo irmão e sacerdote... "que palavras não teriam fim"! DEUS lhe retribua sempre e lhe presenteie com a Morada Eterna onde contemplará Face a Face aquele a quem tanto ama e tem servido!
Nossa Senhora reserve a todos um abençoado domingo!
Abraço fraterno e nossa gratidão!
Comissão em Defesa da Vida - Diocese de Itapetininga
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
DIGA SIM A VIDA!
De acordo com o site da Associação dos Professores da PUC-SP (APROPUC), com sede no Campus universitário Perdizes, no próximo dia 27 será lançado o livro A criminalização do aborto em questão escrito por Maurílio Castro de Matos.
A apresentação do livro no site é feita por Maria José Rosado, professora da PUC e coordenadora da organização pró-aborto Católicas pelo Direito de Decidir. (Cfr: Lançamento do livro "A criminalização do aborto em questão")
Faça parte desta campanha, leia e assine a carta que será enviada ao cardeal Scherer:
Portanto, tomamos a iniciativa de enviar a Dom Odilo Scherer uma carta-súplica mostrando nossa perplexidade diante de tais acontecimentos que ocorrem dentro do campus universitário da PUC e do sdesrespeito as normas pontifícias e canônicas por parte de alguns professores, especialmente ligados à APROPUC.O Cardeal Dom Odilo Scherer é o atual Grão-Chanceler da PUC de São Paulo. E é ao Grão-Chanceler que o documento pontifício acima citado confia principalmente a responsabilidade de manter a identidade católica da PUC.Súplica ao Cardeal Scherer.
Em nota de rodapé, o documento papal cita o Cânon 810 do Código de Direito Canônico que estabelece até a remoção de professores de seu cargo quando faltarem tais requisitos.Nas normais gerais, no artigo 4º do documento, João Paulo II descreve que “a responsabilidade de manter e de reforçar a identidade católica da Universidade compete em primeiro lugar à própria Universidade” e exige “o recrutamento do pessoal universitário adequado — especialmente dos professores e do pessoal administrativo — que esteja disposto e seja capaz de promover tal identidade.
A identidade da Universidade Católica está ligada essencialmente à qualidade dos professores e ao respeito da doutrina católica. É da responsabilidade da Autoridade competente vigiar sobre estas duas exigências fundamentais, segundo as indicações do Direito Canônico”.Sobre a Comunidade Universitária, o Papa diz que “a Universidade Católica persegue os seus objetivos também mediante o empenho em formar uma comunidade humana autêntica, animada pelo espírito de Cristo.
(...) Os professores cristãos são chamados a ser testemunhas e educadores duma autêntica vida cristã, a qual manifeste a integração conseguida entre fé e cultura, entre competência profissional e sabedoria cristã.” 4. O empenho institucional ao serviço do povo de Deus e da família humana no seu itinerário rumo àquele objetivo transcendente que dá significado à vida.1. uma inspiração cristã não só dos indivíduos, mas também da Comunidade universitária enquanto tal; Quando o pontífice trata da Natureza e Objetivos da instituição universitária, preceitua que ela, enquanto católica, deve possuir as seguintes características essenciais:Na Constituição Apostólica Ex Corde Ecclesiae, o Papa João Paulo II define como se deve estruturar uma Universidade Católica.Esse panorama já tornaria grave haver professores e iniciavas pró-aborto em uma Pontifícia Universidade Católica, mas não é só isso. O fato de haver uma propaganda do aborto como essa, demonstra um retrocesso para a sociedade e a decadência moral do mundo em que vivemos. Infelizmente isso é uma tendência mundial, não das pessoas comuns, pois estas não estão ávidas em defender o crime do aborto, mas de uma minoria muito bem financiada que trabalha para corroer as leis nos países onde a vida do inocente indefeso é respeitada e protegida.
No mesmo dia, haverá um debate sobre o livro e os oradores convidados são conhecidos por militarem pela liberalização do aborto. A escolha da data não é em vão, ocorrerá durante a semana do “dia latino-americano de luta pela descriminalização do aborto”.
Em nota de rodapé, o documento papal cita o Cânon 810 do Código de Direito Canônico que estabelece até a remoção de professores de seu cargo quando faltarem tais requisitos.Nas normais gerais, no artigo 4º do documento, João Paulo II descreve que “a responsabilidade de manter e de reforçar a identidade católica da Universidade compete em primeiro lugar à própria Universidade” e exige “o recrutamento do pessoal universitário adequado — especialmente dos professores e do pessoal administrativo — que esteja disposto e seja capaz de promover tal identidade.
A identidade da Universidade Católica está ligada essencialmente à qualidade dos professores e ao respeito da doutrina católica. É da responsabilidade da Autoridade competente vigiar sobre estas duas exigências fundamentais, segundo as indicações do Direito Canônico”.Sobre a Comunidade Universitária, o Papa diz que “a Universidade Católica persegue os seus objetivos também mediante o empenho em formar uma comunidade humana autêntica, animada pelo espírito de Cristo.
(...) Os professores cristãos são chamados a ser testemunhas e educadores duma autêntica vida cristã, a qual manifeste a integração conseguida entre fé e cultura, entre competência profissional e sabedoria cristã.” 4. O empenho institucional ao serviço do povo de Deus e da família humana no seu itinerário rumo àquele objetivo transcendente que dá significado à vida.1. uma inspiração cristã não só dos indivíduos, mas também da Comunidade universitária enquanto tal; Quando o pontífice trata da Natureza e Objetivos da instituição universitária, preceitua que ela, enquanto católica, deve possuir as seguintes características essenciais:Na Constituição Apostólica Ex Corde Ecclesiae, o Papa João Paulo II define como se deve estruturar uma Universidade Católica.Esse panorama já tornaria grave haver professores e iniciavas pró-aborto em uma Pontifícia Universidade Católica, mas não é só isso. O fato de haver uma propaganda do aborto como essa, demonstra um retrocesso para a sociedade e a decadência moral do mundo em que vivemos. Infelizmente isso é uma tendência mundial, não das pessoas comuns, pois estas não estão ávidas em defender o crime do aborto, mas de uma minoria muito bem financiada que trabalha para corroer as leis nos países onde a vida do inocente indefeso é respeitada e protegida.
No mesmo dia, haverá um debate sobre o livro e os oradores convidados são conhecidos por militarem pela liberalização do aborto. A escolha da data não é em vão, ocorrerá durante a semana do “dia latino-americano de luta pela descriminalização do aborto”.
Ensinamento pontifício sobre as Universidades Católicas:
Uma reflexão incessante, à luz da fé católica, sobre o tesouro crescente do conhecimento humano, ao qual procura dar um contributo mediante as próprias investigações;
A fidelidade à mensagem cristã tal como é apresentada pela Igreja.
Faça parte desta campanha, leia e assine a carta que será enviada ao cardeal Scherer:
Atenciosamente,
Campanha Nascer é um Direito
Associação dos Fundadoreshttp://www.nascereumdireito.org.br
Campanha Nascer é um Direito
Associação dos Fundadoreshttp://www.nascereumdireito.org.br
domingo, 12 de setembro de 2010
"Sofrimento silencioso dos que não nasceram"
Eles não são estranhos à dor, revela um livro (Por Pe. John Flynn, LC)
"Um tópico que está recebendo mais atenção recentemente em debates sobre o aborto é a questão se um feto pode sofrer e sentir dor. Um livro publicado em 2.008 trás de volta uma variedade de evidências de especialistas, principalmente italianos, sobre o tema.
«Neonatal Pain: Suffering, Pain and the Risck of Brain Damage in the Fetus and Unborn» (Springer) é editado por Giuseppe Buonocore e Carlo Bellieni, ambos membros do departamento de pediatria, obstetrícia e medicina reprodutiva da Universidade de Siena.
Os textos de um grande número de especialistas que contribuíram para o livro concordam em afirmar que um feto pode sentir dor antes de nascer, os dois editores explicam em seu ensaio introdutório.
«Reconhecer a dignidade humana e o sofrimento humano da vida no útero é um dever clínico na busca do melhor tratamento», declaram.
Uma das contribuições, um esforço conjunto de nove especialistas, olha as evidências obtidas com técnicas de ultra-som. A introdução da ultrasonografia em três e quatro dimensões permitiu avaliações mais detalhadas do feto, permitindo então a observação de como ele reage a estímulos específicos, observam.
O útero é um meio ambiente protegido, mas não isolado, e o tato é o primeiro sentido que o feto desenvolve. Na décima semana de gestação uma criança pode ser observada levando as mãos à sua cabeça, abrindo e fechando a boca, e engolindo.
Da mesma forma, experimentos recentes mostram que os recém-nascidos têm memória funcional, desenvolvida enquanto estavam no período intra-uterino. Os autores dizem que, de fato, os recémnascidos se lembram de sabores e odores percebidos no útero e essas percepções podem ter uma influência nas futuras preferências.
Sons, também, são ouvidos pelo nascituro, incluindo a voz da mãe. Os recém-nascidos sempre parecem mostrar que reconhecem uma música que a mãe ouvia durante a gestação".
Sons, também, são ouvidos pelo nascituro, incluindo a voz da mãe. Os recém-nascidos sempre parecem mostrar que reconhecem uma música que a mãe ouvia durante a gestação".
Clique aqui e acesse o vídeo: "Deixe-me nascer" - Celina Borges
"Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança - um assassinato direto da criança inocente - assassinato pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros?..." (Madre Tereza de Calcutá)
sábado, 11 de setembro de 2010
"O aborto é pior do que a guerra e pior do que a fome".
Compartilhamos com vocês um texto do Prof. Felipe Aquino referente a "cultura de morte" infelizmente, tão propagada por "falsos profetas"...
Nesta riquíssima explanação, encontramos palavras de nosso Saudoso Papa João Paulo II, o peregrino do Amor!
Que DEUS nos ajude a lutar e protegermos a vida humana, sempre apoiados por Sua Presença!
Comissão em Defesa da Vida - Diocese de Itapetininga
"Cultura da morte" - Prof. Felipe Aquino
Estamos assistindo o crescimento de um fenômeno que o Papa João Paulo II tem chamado de cultura da morte, ou "civilização da morte". Opondo-se frontalmente aos valores da doutrina cristã, que defende a vida acima de tudo, esta "cultura" destruidora propõe a morte como solução de uma série de problemas. Será que a morte pode ser solução para algum mal ?
(...) A eliminação da vida humana, sem grande pesar, parece ser a solução fácil, rápida e cômoda, para se ver livre dos "indesejados", mesmo que estes sejam pessoas humanas, criadas à imagem de Deus. É o caminho fácil, cômodo e perigoso, de que "os fins justificam meios". Se aceitarmos este príncipio, então, o comportamento humano não estará mais sujeito à ética e à moral, e tudo passará a ser válido. E aí estaremos a um passo de derrubar os pilares que sustentam a autêntica civilização humana, baseada na relevância da "vida".
Na encíclica Evangelium Vitae, o Papa João Paulo II condena, esta "cultura da morte"que se opõe `a "civilização do amor". Diz o Papa: "Amplos setores da opinião pública justificam alguns crimes contra a vida em nome dos direitos da liberdade individual, sobre tal pressuposto, pretendem não só a sua impunidade, mas ainda a própria autorização da parte do Estado para os praticar com absoluta liberdade e, mais, com a colaboração gratuíta dos Serviços de Saúde" (n.4).
(...) "...As ameaças contra a vida não diminuiram... trata-se de ameaças programadas de maneira científica e sistemática. O século XX ficará considerado uma época de ataques maçiços contra a vida... Os falsos profetas e os falsos mestres conheceram o maior sucesso possível... a verdade é que estamos perante uma objetiva "conjura contra a vida" que vê também implicadas Instituições Internacionais, empenhadas a encorajar e programar verdadeiras e próprias campanhas para difundir a contracepção, a esterilização e o aborto. Não se pode negar, enfim, que os meios de comunicação são frequentemente cúmplices dessa conjura, ao abonarem junto da opinião pública aquela cultura que apresenta o recurso à contracepção, à esterelização, ao aborto e à própria eutanásia como sinais do progresso e conquista da liberdade, enquanto descrevem como inimigas da liberdade e do progresso as posições incondicionalmente a favor da vida" (17).
Este brado do Papa precisa ser ouvido por todos e meditado profundamente. Como ele diz: " há hoje uma verdadeira conjura contra a vida, à vida está jurada de morte", um verdadeiro combate se trava entre a vida e a morte, e cada um de nós é chamado a defender a vida.
(...) A eutanásia é defendida e proposta como "um alívio" para o paciente. Nada se valoriza em relação à vida eterna, e à possibilidade de que a alma seja salva até mesmo nos últimos momentos de agonia do paciente. A visão reducionista e materialista de que a vida termina com a morte, justifica o médico apressar o fim daquele que sofre. Todo o riquíssimo valor salvífico do sofrimento é rejeitado e esquecido. A palavra da Escritura que nos ensina: "completo na minha carne o que falta à paixão de Cristo" (Col 1,24), já não tem valor.
No mundo todo o aborto continua a ser criminosamente praticado. São 40 milhões por ano no mundo; 4 milhões no Brasil, segundo a Organização Mundial da Saúde. Por um lado faz-se de tudo para salvar um bebê prematuro de 12 semanas de gestação, por outro lado, mata-se friamente no ventre materno o mesmo bebê que já tem 24 semanas!
Se a vida não for respeitada e protegida no ventre materno, não o será em nenhuma outra situação, pois o seu valor é o mesmo. Se dermos à mãe o direito de matar o seu filho não nascido, por que se tornou um estorvo para ela, deveremos dar também ao filho o direito de matar a mãe, velha e doente, que se tornou um estorvo para ele. É lógico que ambas as situações são absurdas ! A solução é a vida e não a morte. Pobre criatura humana que apela para a morte dos seus próprios filhos !... A que ponto chegou a nossa "civilização" sem Deus!
Outros, manipulam e selecionam "embriões humanos", como se a vida humana fosse um objeto, uma "coisa", na mão dos pesquisadores. Nada mais trágico e perigoso do que esta fria "coisificação" da vida. Em termos claros o Santo Padre já se manifestou contra essas experiências e contra a geração do "bebê de proveta". A vida só pode ser gerada segundo os critérios naturais de Deus, é a Palavra da Igreja.
(...) Temos de acordar. Dizer basta a esta "cultura mórbida", sob pena de sermos engolidos por ela. Será que não temos nada melhor a oferecer aos nossos filhos, senão a morte, para a solução dos problemas da vida? Das duas uma: ou a vida está acima de qualquer pretexto, ou, dentro em breve, qualquer pretexto será suficiente para se eliminar uma vida. Vale a pena repetir aqui o que disse Madre Teresa de Calcutá, ao receber o Prêmio Nobel da Paz, em 1994: "O aborto é pior do que a guerra e pior do que a fome".
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
O Direito a Vida!
"O direito à vida é um direito fundamental do homem, porque é dele que decorrem todos os outros direitos. É também um direito natural, inerente à condição de ser humano. Por isso, a Constituição Federal do Brasil declara que o direito à vida é inviolável. Diz o artigo 5º da Constituição: 'Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida...' ” APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS
Nós, participantes do 2º Encontro das Comissões Diocesanas em Defesa da Vida (CDDVs), organizado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB e realizado em S. André no dia 03 de julho de 2010,
- considerando que, em abril de 2005, no IIº Relatório do Brasil sobre o Tratado de Direitos Civis e Políticos, apresentado ao Comitê de Direitos Humanos da ONU (nº 45) o atual governo comprometeu-se a legalizar o aborto,
- considerando que, em agosto de 2005, o atual governo entregou ao Comitê da ONU para a Eliminação de todas as Formas de Descriminalização contra a Mulher (CEDAW) documento no qual reconhece o aborto como Direito Humano da Mulher,
- considerando que, em setembro de 2005, através da Secretaria Especial de Política das Mulheres, o atual governo apresentou ao Congresso um substitutivo do PL 1135/91, como resultado do trabalho da Comissão Tripartite, no qual é proposta a descriminalização do aborto até o nono mês de gravidez e por qualquer motivo, pois com a eliminação de todos os artigos do Código Penal, que o criminalizam, o aborto, em todos os casos, deixaria de ser crime,
- considerando que, em setembro de 2006, no plano de governo do 2º mandato do atual Presidente, ele reafirma, embora com linguagem velada, o compromisso de legalizar o aborto,
- considerando que, em setembro de 2007, no seu IIIº Congreso, o PT assumiu a descriminalização do aborto e o atendimento de todos os casos no serviço público como programa de partido, sendo o primeiro partido no Brasil a assumir este programa,
- considerando que, em setembro de 2009, o PT puniu os dois deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso por serem contrários à legalização do aborto,
- considerando como, com todas estas decisões a favor do aborto, o PT e o atual governo tornaram-se ativos colaboradores do Imperialismo Demográfico que está sendo imposto em nível mundial por Fundações Internacionais, as quais, sob o falacioso pretexto da defesa dos direitos reprodutivos e sexuais da mulher, e usando o falso rótulo de “aborto - problema de saúde pública”, estão implantando o controle demográfico mundial como moderna estratégia do capitalismo internacional,
- considerando que, em fevereiro de 2010, o IVº Congresso Nacional do PT manifestou apoio incondicional ao 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3), decreto nº 7.037/09 de 21 de dezembro de 2009, assinado pelo atual Presidente e pela ministra da Casa Civil, no qual se reafirmou a descriminalização do aborto, dando assim continuidade e levando às últimas consequências esta política antinatalista de controle populacional, desumana, antisocial e contrária ao verdadeiro progresso do nosso País,
- considerando que este mesmo Congresso aclamou a própria ministra da Casa Civil como candidata oficial do Partido dos Trabalhadores para a Presidência da República,
- considerando enfim que, em junho de 2010, para impedir a investigação das origens do financiamento por parte de organizações internacionais para a legalização e a promoção do aborto no Brasil, o PT e as lideranças partidárias da base aliada boicotaram a criação da CPI do aborto que investigaria o assunto,
RECOMENDAMOS encarecidamente a todos os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras, em consonância com o art. 5º da Constituição Federal, que defende a inviolabilidade da vida humana e, conforme o Pacto de S. José da Costa Rica, desde a concepção, independentemente de sua convicções ideológicas ou religiosas, que, nas próximas eleições, deem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalização do aborto.
Convidamos, outrossim, a todos para lerem o documento “Votar Bem” aprovado pela 73ª Assembléia dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, reunidos em Aparecida no dia 29 de junho de 2010 e verificarem as provas do que acima foi exposto no texto “A Contextualização da Defesa da Vida no Brasil” (http://www.cnbbsul1.org.br/arquivos/defesavidabrasil.pdf), elaborado pelas Comissões em Defesa da Vida das Dioceses de Guarulhos e Taubaté, ligadas à Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, ambos disponíveis no site desse mesmo Regional.
- considerando que, em abril de 2005, no IIº Relatório do Brasil sobre o Tratado de Direitos Civis e Políticos, apresentado ao Comitê de Direitos Humanos da ONU (nº 45) o atual governo comprometeu-se a legalizar o aborto,
- considerando que, em agosto de 2005, o atual governo entregou ao Comitê da ONU para a Eliminação de todas as Formas de Descriminalização contra a Mulher (CEDAW) documento no qual reconhece o aborto como Direito Humano da Mulher,
- considerando que, em setembro de 2005, através da Secretaria Especial de Política das Mulheres, o atual governo apresentou ao Congresso um substitutivo do PL 1135/91, como resultado do trabalho da Comissão Tripartite, no qual é proposta a descriminalização do aborto até o nono mês de gravidez e por qualquer motivo, pois com a eliminação de todos os artigos do Código Penal, que o criminalizam, o aborto, em todos os casos, deixaria de ser crime,
- considerando que, em setembro de 2006, no plano de governo do 2º mandato do atual Presidente, ele reafirma, embora com linguagem velada, o compromisso de legalizar o aborto,
- considerando que, em setembro de 2007, no seu IIIº Congreso, o PT assumiu a descriminalização do aborto e o atendimento de todos os casos no serviço público como programa de partido, sendo o primeiro partido no Brasil a assumir este programa,
- considerando que, em setembro de 2009, o PT puniu os dois deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso por serem contrários à legalização do aborto,
- considerando como, com todas estas decisões a favor do aborto, o PT e o atual governo tornaram-se ativos colaboradores do Imperialismo Demográfico que está sendo imposto em nível mundial por Fundações Internacionais, as quais, sob o falacioso pretexto da defesa dos direitos reprodutivos e sexuais da mulher, e usando o falso rótulo de “aborto - problema de saúde pública”, estão implantando o controle demográfico mundial como moderna estratégia do capitalismo internacional,
- considerando que, em fevereiro de 2010, o IVº Congresso Nacional do PT manifestou apoio incondicional ao 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3), decreto nº 7.037/09 de 21 de dezembro de 2009, assinado pelo atual Presidente e pela ministra da Casa Civil, no qual se reafirmou a descriminalização do aborto, dando assim continuidade e levando às últimas consequências esta política antinatalista de controle populacional, desumana, antisocial e contrária ao verdadeiro progresso do nosso País,
- considerando que este mesmo Congresso aclamou a própria ministra da Casa Civil como candidata oficial do Partido dos Trabalhadores para a Presidência da República,
- considerando enfim que, em junho de 2010, para impedir a investigação das origens do financiamento por parte de organizações internacionais para a legalização e a promoção do aborto no Brasil, o PT e as lideranças partidárias da base aliada boicotaram a criação da CPI do aborto que investigaria o assunto,
RECOMENDAMOS encarecidamente a todos os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras, em consonância com o art. 5º da Constituição Federal, que defende a inviolabilidade da vida humana e, conforme o Pacto de S. José da Costa Rica, desde a concepção, independentemente de sua convicções ideológicas ou religiosas, que, nas próximas eleições, deem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalização do aborto.
Convidamos, outrossim, a todos para lerem o documento “Votar Bem” aprovado pela 73ª Assembléia dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, reunidos em Aparecida no dia 29 de junho de 2010 e verificarem as provas do que acima foi exposto no texto “A Contextualização da Defesa da Vida no Brasil” (http://www.cnbbsul1.org.br/arquivos/defesavidabrasil.pdf), elaborado pelas Comissões em Defesa da Vida das Dioceses de Guarulhos e Taubaté, ligadas à Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, ambos disponíveis no site desse mesmo Regional.
COMISSÃO EM DEFESA DA VIDA DO REGIONAL SUL 1 DA CNBB.
Fonte: Regional Sul 1 da CNBB
domingo, 5 de setembro de 2010
O que a Igreja Católica fala sobre o aborto?
Muitos questionam a Igreja, no entanto desconhecem seus fundamentos ou até mesmo, por preguiça ou comodidade, preferem atacá-la ao invés de conhecê-la. Sendo assim, posto aqui, o que menciona no Catecismo da Igreja Católica. Tal documento é bastante simples e de fácil acesso a todos os católicos ou cristãos.
Segue abaixo, o que a amada Igreja fala sobre o aborto:
“A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida.
‘Antes mesmo de te formares no ventre materno, eu te conheci; antes que saísses do seio, eu te consagrei (Jr 1,5).’
‘Meus ossos não te foram escondidos quando eu era feito, em segredo, tecido na terra mais profunda (Sl. 139, 15).’
Desde o século I, a Igreja afirmou maldade moral de todo aborto provocado. Este ensinamento não mudou. Continua invariável. O aborto direto, quer dizer, querido como um fim ou como um meio, é gravemente contrário à lei moral:
‘Não matarás o embrião por aborto e não farás perecer o recém-nascido.’
‘Deus, senhor da vida, confiou aos homens o nobre encargo de preservar a vida, para ser exercido de maneira condigna ao homem. Por isso a vida deve ser protegida com o máximo cuidado desde a concepção. O aborto e o infanticídio são crimes nefandos.’
A cooperação formal para um aborto constitui uma falta grave. A Igreja sanciona com uma pena canônica de excomunhão este delito contra a vida humana. ‘Quem provoca o aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão ‘latae sententiae’ ‘pelo próprio fato de cometer o delito’ e nas condições previstas pelo Direito. Com isso, a Igreja não quer restringir o campo da misericórdia. Manifesta, sim, a gravidade do crime cometido, o prejuízo irreparável causado ao inocente morto, a seus pais e a toda a sociedade.
O inalienável direito à vida de todo indivíduo humano inocente é um elemento constitutivo da sociedade civil e de sua legislação.
‘Os direitos inalienáveis da pessoa devem ser reconhecidos e respeitados pela sociedade civil e pela autoridade política. Os direitos do homem não dependem nem dos indivíduos, nem dos pais, e também não representam uma concessão da sociedade e do Estado: pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa em razão do ato criador do qual esta se origina. Entre estes direitos fundamentais é preciso citar o direito à vida e à integridade física de todo ser humano, desde a concepção até a morte.’
‘No momento em que uma lei positiva priva uma categoria de seres humanos da proteção que a legislação civil lhes deve dar, o Estado nega a igualdade de todos perante a lei. Quando o Estado não coloca sua força a serviço dos direitos de todos os cidadãos, particularmente dos mais fracos, os próprios fundamentos de um estado de direito estão ameaçados... Como conseqüência do respeito e da proteção que devem ser garantidos à criança desde o momento de sua concepção, a lei deverá prever sanções penais apropriadas para toda violação deliberada dos direitos dela.’
Visto que deve ser tratado como uma pessoa desde a concepção, o embrião deverá ser defendido em sua integridade, cuidado e curado, na medida do possível, como qualquer outro ser humano.
O diagnóstico pré-natal é moralmente lícito ‘se respeitar a vida e a integridade do embrião e do feto humano, e se está orientado para sua salvaguarda ou sua cura individual... Está gravemente em oposição com a lei moral quando prevê, em função dos resultados, a eventualidade de provocar um aborto. Um diagnóstico não deve ser equivalente de uma sentença de morte’.
‘Devem ser consideradas lícitas as intervenções sobre o embrião humano quando respeitam a vida e a integridade do embrião e não acarretam para ele riscos desproporcionados, mas visam à sua cura, à melhora de suas condições de saúde ou à sua sobrevivência individual.’
‘É imoral produzir embriões humanos destinados a serem explorados como material biológico disponível.’
‘Certas tentativas de intervenção sobre o patrimônio cromossômico ou genético não são terapêuticas, mas tendem à produção de seres humanos selecionados segundo o sexo ou outras qualidades preestabelecidas. Essas manipulações são contrárias à dignidade pessoal do ser humano, à sua integridade e à sua identidade’, única, não reiterável.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Manifestação em defesa a vida.
A Comissão Diocesana em Defesa a Vida de Itapetininga/SP, convida a todos para a manifestação em defesa a Vida, que ocorrerá no dia 18 de setembro, as 9:00 hs, na Praça do Fórum Velho, de lá seguiremos em passeata pelas ruas da cidade.
Adote esta idéia, aborto nunca!
Lute pela verdade, propague a vida!
Lembre-se: Ser contra o aborto e não fazer nada para impedi-lo é o mesmo que ser a favor.
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